10 de novembro de 2010

Diário 10/Novembro

  Querido diário, a aula do dia 10/11/2010 foi realizada atraves do professor Robson, que está cursando seu Doutorado e auxiliando o professor Marciano. O mesmo nos auxiliou nas atividades que já estavam sendo desenvolvidas de acordo com as apresentações e entendimento de cada capítulo atraves de um participante de cada grupo dentro de outro grupo desenvolvia qual foi o entendimento e o que o capitulo se focava. O Robson determinou certo tempo para explicar o que era e qual era a diferença entre uma equipe e um grupo diferenciando na vida profissional e pessoal, Grupo: ninguém sabe direito o que o outro pensa porque as pessoas ou não se comunicam ou falam de forma política sem dizer o que realmente pensam. Às vezes alguns falam, mas de forma descontrolada e sem habilidade. É também cada um por si. Ninguém toma a iniciativa de ajudar o outro. Aliás existem muitas divergências relacionadas a problemas do trabalho e também diferenças de valores pessoais e Equipe: existe uma
transparência muito grande entre todos. Ninguém esconde o jogo. Cada um sabe o que o outro pensa e sente sobre os assuntos do trabalho. Mas tudo de forma muito construtiva! Além disso, o nível de mútua colaboração é ótimo. Trabalham realmente em um time, a partir deste entendimento foi liberado para que os grupos pudessem estar entendendo os capitulos que eram o 9 e 10, atraves deste entendimento elaboramos nosso conhecimento e disponibilizamos nos Estudos Dirigidos conforme estava sendo feito essa tarefa. Conforme os alunos foram terminando foram sendo liberadas também.



Jéssica Slotuk

Comporte-se 10/Novembro

O que a comunicação verbal pode fazer pela sua carreira?

Não são apenas os estudiosos que alertam para a posição de destaque assumida pela comunicação nos últimos anos. Cada vez mais percebo essa percepção no próprio cidadão comum, o indivíduo que já sentiu a necessidade de se comunicar e de se familiarizar às pressas com as novas e velozes ferramentas da informação. Isso seja na hora de disputar uma vaga no mercado do trabalho ou quando a comunicação é indispensável para cultivar relacionamentos. Perceba o quanto usamos a comunicação na hora de realizar a manutenção da nossa vida social.
Mas, isso não é de hoje. Em toda a história humana, sempre tivemos a comunicação como mecanismo único e necessário para a nossa evolução – quando expressamos necessidades, quando compartilhamos experiências, quando é preciso transmitir informações para obter cooperação e organização. Sem a comunicação, jamais poderíamos ser melhores hoje do que fomos ontem, tampouco avançar amanhã com relação a onde estamos hoje. A comunicação, desde o início da história do Homem, faz avançar o estágio das coisas, da nossa vida e do retrato da sociedade em geral.
Se mergulharmos fundo no tema, vai ser fácil perceber que, no final das contas, estamos em busca de algo maior: descobrir a nossa essência e ampliar a nossa consciência. Porque a comunicação serve para isso mesmo: transmitir qualquer espécie de conhecimento e, ao mesmo tempo, suprir a maior necessidade humana, a busca pelo infinito, talvez o divino. É nesse caminho que estabelecemos laços de cultura e identidade.
Quero alertar para isso porque quando entendemos essa profundidade da comunicação, percebemos que ela necessita de amor e afeto para ser inteira, completa, integral. A comunicação, se respeitada e entendida como uma ferramenta a ser lapidada em cada um de nós, pode render bons frutos para o desenvolvimento pessoal e profissional. Principalmente em tempos de mudança, como este que experimentamos agora. Acredite: a mudança começa no ser humano, o protagonista das histórias que movem o mundo. E acho que todos preferem mudar para melhor.
Quem acha complicado lidar com o desenvolvimento da capacidade de se comunicar, muitas vezes aponta o crescente volume de informação corrente no mundo como o maior obstáculo. Mas, não adianta reclamar, esse volume não vai diminuir. A questão é outra: se a nossa forma de compreender o mundo e os meios de se relacionar com os outros está mudando na medida em que a comunicação se torna mais importante e mutante, precisamos buscar algo na essência. Precisamos perceber e desenvolver nossas capacidades de acordo com as novas ferramentas (afinal, ninguém quer correr o risco de ficar parado no tempo) e ir além. Isso significa se envolver com as dimensões da comunicação. Costumo apontar 7 dimensões na comunicação verbal. Confira abaixo.
A primeira é a intrapessoal, que tem a ver com a “ponte” que uma pessoa estabelece consigo mesma e até onde ela é capaz de trabalhar o seu comportamento e transformar a timidez em força para assumir confiança com entusiasmo.
A segunda dimensão é a interpessoal, que não é exatamente o oposto da primeira, mas engloba o diálogo, a importância do feedback, o elo com nosso interlocutor e a força da alteridade (a capacidade de se colocar no lugar do outro).
Outra dimensão é a vocal, que lida muito com o “como” dizer.
Para completar a lista, a quarta dimensão trata da comunicação corporal: até que ponto os nossos gestos e sinais são importantes para as mensagens sem palavras?
A dimensão técnica, por sua vez, tem a ver com os poderosos recursos para uma comunicação adequada aos ambientes e circunstâncias, mas, é na dimensão intelectual, que a produção dessa comunicação assume destaque quando somos capazes de planejar e preparar com propriedade as nossas apresentações.
Por último, e não menos importante, a dimensão espiritual se refere ao cultivo dos nossos valores para a busca de uma liderança pessoal e exclusiva neste estágio de “animal especial” alcançado pelo Homem, onde é concedida a cada um de nós a magnífica oportunidade de deixarmos a nossa marca no mundo.
Como você pode perceber, a comunicação nem é um bicho-de-sete-cabeças, nem é a coisa mais simples desse mundo. Por isso, ela tem que ser levada a sério, na sua profundidade. Hoje, somente com este mergulho que percorre as dimensões da comunicação poderemos aplicá-la à vida e ao trabalho. A comunicação desenvolvida tem poder suficiente para provocar mudanças positivas em nossas vidas. Mudanças movidas pela ética, pela dignidade e pelo amor.
Reinaldo Passadori (Especialista em Comunicação Verbal e presidente do Instituto Passadori, que já treinou mais de 45 mil profissionais na área).
HSM Online
05/03/2010
Essa entrevista mostrou com muito clareza, o assunto que foi tratado na aula do dia 10/11 que era sobre o capitulo 10 “comunicação” ,ele abordou as principais funções,processos,direção,e gestão da comunicação.Como visto nessa entrevista os executivos e diretores precisam reduzir o Maximo as ambigüidades e deixar mais claras as tarefas dos seus subordinados melhorando assim a satisfação dos  trabalhadores.
Edmilson Luz

Comporte-se 10/Novembro

Comunicação e Liderança

Por Carlos Hilsdorf

Uma empresa permite que as pessoas atinjam resultados que não poderiam atingir individualmente. A interdependência e a soma das competências individuais multiplicam o resultado, tanto em uma pequena empresa quanto em uma mega corporação.
A qualidade dos resultados depende diretamente da maneira como estas competências individuais estão conectadas e alinhadas com os objetivos estratégicos da organização.
Na ausência de uma estratégia coerente e claramente comunicada, estes mesmos talentos que geram os resultados irão “atrapalhar” uns aos outros, diminuindo radicalmente as possibilidades de sucesso. Este seria o modelo “Torre de Babel”! O modelo “Torre de Babel” ocorre em função de uma grave deficiência de comunicação.
A comunicação precisa ser objetiva, clara, transparente e deve seguir sempre o menor caminho possível entre aquele que comunica e aquele que recebe a comunicação. Quanto maior o número de intermediários necessários para fazer com que a mensagem chegue ao seu destino, maiores serão as distorções e dissonâncias, comprometendo gravemente a qualidade do resultado. A eficácia da comunicação é responsável por manter as pessoas conectadas com os objetivos e metas da empresa.
Qualquer profissional exercendo liderança deve primar por sua competência em traduzir as metas, crenças e valores da organização em exemplos que inspirem seus liderados.
Comprometimento deve ser estabelecido top-down (partindo dos níveis hierárquicos superiores para os seguintes). O papel fundamental da liderança pressupõe o exercício contínuo do capital ético e do capital moral, somente assim será conseguida coesão entre as pessoas e os objetivos propostos.
Dicas importantes:
1. Em uma organização, todas as pessoas e fatos estão direta ou indiretamente interconectados. Qualquer fato novo, bem como qualquer atitude nova, afetará de maneira global os resultados dos negócios.
2. Todos devem conhecer o que são e quais são os canais de comunicação. E-mails servem apenas para documentar comunicações e acordos, não devem, em hipótese alguma, ser utilizados como substitutos para a comunicação interpessoal. Nada absolutamente sério e relevante, cujas repercussões levem a dúvidas ou mudanças significativas, deve ser comunicado apenas por e-mail!
3. Cabe ao profissional exercendo funções executivas nutrir o “orgulho em pertencer”, a coerência das crenças e a importância dos valores da organização. Líderes devem saber estabelecer um sentimento de valor e segurança em seus liderados!
4. É essencial compreender a empresa como um conjunto de pessoas unidas por um sonho coletivo, sonho que somente podem construir juntas, em regime de interdependência. Egoísmo em empresas é um profundo elemento desagregador. Não há comprometimento verdadeiro na presença do egoísmo e da fogueira das vaidades.
5. O comportamento dos líderes estabelece um código de conduta moral para seus liderados. A velha forma “faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço” demonstra hipocrisia, jamais liderança. Na ausência de coerência ético-moral não existe liderança. Na ausência do exemplo positivo, o contra-exemplo, lamentavelmente, suscita ao boicote, desrespeito e sabotagem.
Atividade de um líder e de um gestor não está, e jamais esteve restrita às ações de medir, controlar e supervisionar. Um verdadeiro líder inspira as pessoas com suas atitudes e trata com muita habilidade os ativos intangíveis da organização, tais como: prazer, satisfação, reconhecimento, auto-estima, motivação, inspiração, clima e atmosfera organizacional.
Os verdadeiros gestores e líderes estão conscientes que os resultados só acontecem através das pessoas. Para eles, o capital humano não é apenas um belo discurso, mas a razão de ser da organização.
O modelo “Torre de Babel” só se instala quando as pessoas não falam a mesma língua e elas jamais falarão a mesma língua se as palavras contradizem as atitudes.
Se na sua empresa as pessoas são consideradas o maior capital da organização, faça duas coisas:
1) Certifique-se de que elas se sentem verdadeiramente assim;
2) Garanta as condições para que isto se mantenha como um valor inalienável.
Empresas incoerentes são mais perigosas para si mesmas que seus maiores concorrentes.
Você pode vencer seus concorrentes externos, mas se promover “concorrentes” dentro da organização em posições de decisão, a guerra está perdida.
Coerência é uma das maiores virtudes de uma organização e, não por acaso, do próprio ser humano.
Carlos Hilsdorf é economista, pós-graduado em Marketing pela FGV, consultor e pesquisador do comportamento humano. Palestrante do Congresso Mundial de Administração (Alemanha) e do Fórum Internacional de Administração (México). Autor da obra: Atitudes Vencedoras. www.carloshilsdorf.com.br
Alisson Henrique Zepson

Comporte-se 10/Novembro


Revista Liderança
Trabalho em equipe
por Prof. Heinz

O trabalho em equipe caiu nas graças das empresas com mais intensidade nos últimos anos devido à crescente competitividade, que traz consigo uma demanda excessiva de desafios e um alto índice de inovação. O trabalho em equipe é desafiante, pois é um processo de construção que demanda tempo e paciência. Equipes demoram a amadurecer e produzir de maneira eficaz.

 
Vantagens e desvantagens
Vejamos algumas vantagens do trabalho em equipe:

As diferenças individuais trazem qualidades, visões e competências ricamente distintas. Somadas, podem resultar num produto final melhor e mais criativo que a produção individual.
Cada participante tem a possibilidade de ter acesso a assuntos e experiências que não conhece. Essa troca mútua ocorre no próprio ambiente de trabalho e praticamente a custo zero.Gera nos participantes da equipe um sentimento de pertencer a um grupo e poder influenciar o destino da organização, aumentando o comprometimento com a empresa.

Agora, pensemos em algumas desvantagens do trabalho em equipe:

Comodismo (é mais fácil concordar que discordar de alguém) e conformismo (com o tempo, os pensamentos se tornam unânimes).Inibição da criatividade, pois, mesmo num processo maduro de brainstorming, a resistência a idéias aparentemente absurdas ainda existe.
Anulação da pessoa como indivíduo, porque o sentimento de conquista fica diluído no grupo, o que, para algumas pessoas, é desmotivador.
Brigas por poder e polarização de discussões podem desmotivar os demais membros da equipe.
Sobrecarga de alguns integrantes, ou seja, poucos trabalham e muitos só olham, achando que já fizeram sua parte.Competição x cooperação – As desvantagens citadas confirmam que trabalhar em equipe é um grande desafio. Nessas horas, um dos maiores dilemas dos líderes é: há momentos em que a competição pode ser saudável? A resposta é “sim”!
Conheço empresários que lideram por meio da geração constante de competição entre seus liderados. A ideia é fazer com que vários funcionários trabalhem individualmente na busca de uma determinada solução. Aliás, cada colaborador sabe que tem mais gente trabalhando na mesma direção.O empresário centraliza nele toda a produção de ideias, sempre com uma pitada de desafio no ar. Depois de receber as sugestões, ele escolhe a que achar mais conveniente ou une duas ou mais ideias numa única. O clima é de muita competição entre o grupo, pois cada um quer ser melhor que o outro e ganhar “moral” com o chefe.
O exemplo acima mostra que a competição interna saudável pode trazer grandes resultados. Além disso, quando o foco é apenas de cooperação interna, pode haver perda do espírito de competição, o que tende a ser muito negativo, uma vez que a realidade externa da empresa é altamente competitiva, e não cooperativa. Assim, a competição interna faz com que haja uma sintonia real com o mercado e dá à empresa força para enfrentar tal realidade.
Cabe ao líder definir em quais situações e em que medida é melhor trabalhar em equipe de forma cooperativa e quando é melhor incentivar a competição interna.
Alexandre Sobota