16 de setembro de 2010

Comporte-se 16/Setembro


Até que ponto o dinheiro motiva ou não as pessoas?
A aula anterior tinha sido sobre condicionamento, e embora condicionamento e motivação não sejam a mesma coisa eles estão relacionados entre si. Afinal, uma pessoa motivada poderá ser também mais facilmente condicionada a situações, para alcançarem seus objetivos e evitar situações indesejadas. Então achei esta matéria da revista HSM online de 12/07/2010, “Até que ponto o dinheiro motiva ou não às pessoas?” um artigo escrito por Gerson Rodrigues(especialista em marketing de relacionamento, em Vendas Diretas com ênfase em CRM. Palestrante, consultor e autor do livro: Atendimento nota1000, o que fazer para encantar e fidelizar clientes).
O artigo fala sobre a ilusão que as pessoas têm de que o dinheiro é um elemento motivador, porque a motivação é algo intrínseco, precisa partir de dentro pra fora, e o dinheiro é um fator externo. Ou seja apego ao dinheiro não é motivação.
Então na verdade às pessoas querem que às outras se condicionem ao trabalho acreditando que o dinheiro compensa todo o extress, a falta de tempo para uma vida pessoal e familiar, e principalmente de insatisfação no trabalho. Às pessoas buscam mais do que dinheiro, claro que o dinheiro também conta, porém ele não é um fator prioritário. Pesquisa relacionadas neste artigo revelam que o que as pessoas mais buscam em primeiro lugar é oportunidades de crescimento e desenvolvimento, depois euilíbrio entre vida profissional e pessoal, estabilidade no emprego e só então remuneração e benefícios. Isso significa obviamente que as pessoas precisam ter o espaço delas, para isso é necessário que os líderes busquem uma forma de alinhar as causas e interesses dos funcionários, porque assim, às pessoas serão motivadas a fazer o que a empresa precisa. Diferente do caso de oferecer dinheiro que vai exigir sempre mais remuneração pois ela é volátil e passageira, além de que pessoas que são movidas pelas coisas materiais tendem a ter problemas mentais como baixa ato estima, ansiedade, insatisfação permanente, depressão, sensação de vazio existencial, e mesmo quem encontra satisfação no dinheiro, dura pouco. As pessoas se condicionam a trabalhos insatisfatórios pelo dinheiro, porém não têm motivação, porque vivem para uma única coisa resultando em infelicidade. 

Joanita Berezoski

Diário de Bordo - 16/Setembro

O professor começou a aula pedindo para os alunos lerem o diário, após a leitura ele identificou os erros, e pediu para a turma alertar-se com a escrita do diário. Um colega leu o seu comporte-se sobre a inclusão de pessoas com deficiência no mercado de trabalho.
 O Marciano escolheu uma aluna para dizer se ouve ou não contradição entre o comporte-se lido com o que era discutido em sala. Depois citou o exemplo de um supermercado que tem todos os seus funcionários que possuem deficiência no setor operacional. Esclareceu que pessoas com deficiência não é só aquela que nasce, mas também a que adquiri durante a vida e que a deficiência na comunicação se encaixa com a nova lei. O Bernardo falou sobre seu amigo que era cego, mas o Marciano disse que na verdade o cego da história era o próprio Bernardo. O professor Robson citou sobre a nomeação do juiz cego, e o Marciano completou dizendo que isso era até meio Maquiavélico. Seguindo com a aula o professor começou a falar da sociologia, após isso falou sobre a psicologia social, dizendo que ela estuda a influência emocional de um individuo sobre outro, deu o exemplo do suicídio no trabalho. O Robson acrescentou com o exemplo da Toyota, mostrando a cultura Japonesa relacionada com o trabalho esforçado levando ao suicídio.
  Depois o professor passou para a Antropologia, começou citando sobre o jogo “Cara a Cara” fazendo relação do impacto que as figuras atuais teriam no século passado. Falou sobre a Caverna de Platão, aconselhando todos a ler, e nos mostrou a sua versão Marcianica da Caverna de Platão, fez uma alusão com o livro falando das cavernas atuais, dando exemplos: A Caverna São Paulo e a Caverna Celular, falou que nós como administradores não podemos ficar em nossa caverna, mesmo que o sentido da vida do ser humano seja transitar entre cavernas.
Everton Bruno Walesko

Diário 16/Setembro

Na aula do dia 16/09 começamos a ver sobre as necessidades e a satisfação dos indivíduos e que a função do administrador é atender essas necessidades e ver qual o grau de satisfação. Essas necessidades dos indivíduos são expandidas e faz com que elas sempre desejem mais. O professor citou o exemplo das tortas: A pessoa gosta de tortas, porém quando não lhe é oferecido ela não tem sua satisfação atendida.
Depois de visto esse tema foi apresentado o comporte-se que teve como um dos temas o dinheiro se ele motiva ou não as pessoas. Também foi apresentada a idéia do número de frota dos veículos que circulam hoje, e que é necessário diminuir a frota de veículos e também fazer manutenção para melhorar o futuro. Após isso foi comentado sobre a validade das pesquisas eleitorais, que acabam entrevistando um número pequeno de pessoas de diversos estados e fazendo com que não se torne uma pesquisa confiável.
Quando o indivíduo toma uma atitude ele mobiliza 3 componentes que seria a componente cognitivo que refere a uma opinião ou convicção, componente afetivo que se refere a sentimentos e a emoções e também o componente comportamental que é a atitude que vemos por fora ou a maneira de comportamento com alguém ou alguma coisa. Vimos o que é uma dissonância cognitiva que é quando o individuo tem duas atitudes totalmente contrarias.
 Guilhermer Ivanfy