O professor começou a aula pedindo para os alunos lerem o diário, após a leitura ele identificou os erros, e pediu para a turma alertar-se com a escrita do diário. Um colega leu o seu comporte-se sobre a inclusão de pessoas com deficiência no mercado de trabalho.
O Marciano escolheu uma aluna para dizer se ouve ou não contradição entre o comporte-se lido com o que era discutido em sala. Depois citou o exemplo de um supermercado que tem todos os seus funcionários que possuem deficiência no setor operacional. Esclareceu que pessoas com deficiência não é só aquela que nasce, mas também a que adquiri durante a vida e que a deficiência na comunicação se encaixa com a nova lei. O Bernardo falou sobre seu amigo que era cego, mas o Marciano disse que na verdade o cego da história era o próprio Bernardo. O professor Robson citou sobre a nomeação do juiz cego, e o Marciano completou dizendo que isso era até meio Maquiavélico. Seguindo com a aula o professor começou a falar da sociologia, após isso falou sobre a psicologia social, dizendo que ela estuda a influência emocional de um individuo sobre outro, deu o exemplo do suicídio no trabalho. O Robson acrescentou com o exemplo da Toyota, mostrando a cultura Japonesa relacionada com o trabalho esforçado levando ao suicídio.
Depois o professor passou para a Antropologia, começou citando sobre o jogo “Cara a Cara” fazendo relação do impacto que as figuras atuais teriam no século passado. Falou sobre a Caverna de Platão, aconselhando todos a ler, e nos mostrou a sua versão Marcianica da Caverna de Platão, fez uma alusão com o livro falando das cavernas atuais, dando exemplos: A Caverna São Paulo e a Caverna Celular, falou que nós como administradores não podemos ficar em nossa caverna, mesmo que o sentido da vida do ser humano seja transitar entre cavernas.
Everton Bruno Walesko
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