5 de dezembro de 2010

Diário 18/Novembro

No dia 18 de novembro, o professor marciano pediu para turma sentar-se em circulo, e falou que iria entregar as provas e corrigi-las, falou também que teve notas muito boas e notas baixíssimas, que a maioria das pessoas que tiraram notas baixa eram pessoas que participaram das aulas, e comento mais um pouco das notas, e comentar sobre as ultimas aulas, mais antes de começar foi interrompido para apresentação da chapa 1, comentou sobre quando ele participou do centro acadêmico. Logo após o professor retomou ao assunto anterior, relembro que nos primeiros dias de aula ele disse que ia mexer com os nossos comportamentos e também iria dar aula, que no primeiro bimestre foi uma dinâmica de trabalho já no segundo foi outra, ele quis desenvolver o nosso trabalho em equipe. Falou que muitas equipes tiveram seus altos e baixos e conseguiram contornar esses baixos unidos sem perder o caminho. Comento da radioWeb que foi e é uma forma de estudo também. Enfim ele corrigiu a prova.
Raianne Hobold

25 de novembro de 2010

Comporte-se 25/Novembro

Administradores.com.br

Uma revista que ninguém esperava. É com esse espírito que a Administradores está chegando ao mercado, quebrando paradigmas e reinventando a maneira de falar sobre o mundo dos negócios. Com um projeto gráfico bastante diferenciado do que se costuma ver no segmento, a publicação tem por princípio a abordagem descomplicada dos mais diversos assuntos relacionados à Administração.
 Além de contar com o know-how da equipe que tem feito do Portal Administradores o maior site de Administração e Negócios do mundo em língua portuguesa, a revista foi pensada levando em conta as mais variadas ideias de pessoas da área. "Conversamos bastante com os leitores do www.administradores.com.br, trocamos ideias com professores, profissionais, acadêmicos de administração do Brasil e de vários países do mundo que sPara ser uma publicação diferente, a Administradores não poderia ter um projeto gráfico comum. "O www.administradores.com.br foi um projeto visionário desde sua criação. Quando me chamaram para fazer a revista, senti que não poderia ser diferente, que deveríamos fazer algo realmente novo e de impacto. Não é à toa que a revista se destaca de qualquer outra do gênero. Criamos uma publicação moderna, para os administradores do presente e do futuro", afirma o diretor de arte da Administradores, José Maia, que já trabalhou para a Trip e a Abril, além de jornais, revistas e agências de publicidade na Itália, Angola e Moçambique.ão referência em Administração.
Kaian Rossi

24 de novembro de 2010

Diário 24/Novembro

O professor elogiou a sala em relação à prova multidisciplinar. Citou as diferenças entre o rendimento de turmas noturnas e matutinas. O Everton e o Kaian fizeram o comporte-se. O Everton trouxe três matérias sobre: inclusão virtual usando webcan, comunicação interpessoal e investimentos brasileiros em tecnologia da informação. O Kaian trouxe um artigo sobre um site que conseguiu transformar seus artigos em uma revista.
O Professor deu uma reprisada nos conteúdos visto nesse bimestre e começou a falar sobre o capitulo 14 (Conflito e Negociação).
Conflito é o processo que tem início quando uma das partes percebe que a outra afeta, ou pode afetar, negativamente alguma coisa que a outra considera importante.
Toda boa organização deve ter conflitos. Ele gera concorrência, mudança e crescimento. A capacidade de gerir o conflito chama-se negociação, e é mais importante que o conflito em si.
O papel do administrador é fomentar conflitos, não os de natureza pessoal, mas os que geram superação. A incapacidade de nos comunicarmos é o principal gerador de conflitos disfuncionais.
Existem três formas de pensar sobre um conflito:
- visão tradicional
- visão de recursos humanos
- visão interacionista
Existem três tipos de conflitos:
- conflito de tarefa
- conflito de relacionamento
- conflito de processo
Devemos evitar o segundo em âmbitos de trabalho.
O Professor citou a semana de intolerância (ocorreu de São Paulo a Portugal). Devemos refletir sobre nosso cotidiano e respeitar as diversidades. Citou o evento da UNESP, os jogos interuniversitários, e o absurdo criado por um aluno chamado “rodeio das gordas”. Citou as redes sociais, que hoje em dia é uma vitrine virtual das pessoas.
As situações de intolerância (como as citadas acima) podem geram ruídos no processo de comunicação. Homens e mulheres se comunicam de forma diferente. Devemos primar para ter uma comunicação politicamente correta, ter cuidado com palavras e gestos, pois em outras culturas eles podem ter significados diferente.
A Raisa citou as empresas familiares e como é difícil dissociar conflitos de relacionamento dos outros nessas empresas. O Everton complementou com sua experiência própria.

Nicole Maciel Pitelli

Comporte-se 24/Novembro

O CONFLITO SAUDÁVEL DEVE SER ENCORAJADO

            Os conflitos, sejam em qualquer forma que eles assumam, roubam dos profissionais a atenção e a energia, que normalmente seriam dedicadas aos negócios. Por isso os gestores acabam acreditando que todo conflito é ruim e deve ser evitado.
            Os líderes mais habilidosos encorajam os conflitos propositalmente para estimular o debate e a discordância sobre questões e decisões importantes, pois batalhas sobre idéias geram criatividade, inovação e mudança positiva, porque arrancam as melhores idéias da mente de cada participante.
            Cabe aos líderes reconhecer o lado bom e o lado ruim do conflito, para poder gerenciar esse conflito da melhor maneira possível.
            Alguns dos modos de lidar com o conflito ruim são:
            -Delegação: um subordinado com bom histórico resolve o problema em nome do líder. Isso passa a mensagem de que nem todo conflito merece a atenção da chefia.
            -Colaboração: encoraja as partes a discutir abertamente o desacordo e a encontrar uma solução
            -Acomodação: estimula uma das partes a “ceder em nome da paz”
            E alguns modos de maximizar o conflito bom são:
            -Evitar emitir a opinião muito cedo em uma discussão, pois as pessoas só darão suas idéias se se sentirem confortáveis desafiando o líder
            -Perceber quando um ou mais dos participantes do debate silenciam de repente. É preciso perguntar-lhes o que estão pensando
            -Designar alguém para fazer o papel de “advogado do diabo” em uma questão, o que certamente aquecerá a troca de idéias
            -Adotar o método conhecido como divergência/convergência no qual os participantes escrevem o que eles consideram serem as 3 questões-chave na discussão em pauta. As anotações são coladas na parede e através de um debate, os participantes caminham para uma convergência de opiniões

Artigo HSM
www.hsm.com.br

Laíssa Cristine Minikovski

Comporte-se 24/Novembro

Aprender rápido é uma competência valorizada

Elisa Tozzi  Você S/A Edição 0140 - 09/02/2010

A maior mudança de carreira enfrentada pela engenheira paranaense Karime Abib, de 37 anos, foi trocar um emprego de gerente de qualidade e garantia na Delphi, fabricante de autopeças, por outro, na Unilever, para ser gerente de inovação e complexidade, responsável por reformular a imagem da marca aos olhos do consumidor. Ao fazer a transição do mercado automotivo para o de bens de consumo, Karime precisou entender em pouco tempo uma série de diferenças entre os setores e as culturas corporativas — além de conhecer novas pessoas e, claro, manter o desempenho na nova função. “Observava atentamente como meus novos colegas e chefes agiam”, diz.
Karime Abib, engenheira, 37 anos: agilidade de aprendizagem a ajudou a crescer na carreira

A capacidade de aprender rapidamente se tornou uma competência valorizada no mercado de trabalho. Por quê? Porque as empresas e os negócios vivem um período de mudanças frequentes, no qual a bagagem de conhecimento que um profissional acumula na carreira nem sempre dá conta de todas as situações a que ele estará exposto. A saída, então, é desenvolver um esforço de atualização permanente, tentando dominar as novidades e as tendências do mercado e da profissão.

Segundo o headhunter Gerson Correia, da empresa de consultoria Talent Solution, essa característica é fundamental para crescer na carreira. “Nas empresas, a palavra de ordem hoje é mudança. Um profissional só se desenvolve se conseguir se adaptar facilmente.” Rodolfo Eschenbach, diretor da área de talentos da consultoria Accenture, em São Paulo, é da mesma opinião:
“Esse profissional é cada vez mais procurado pelas empresas que precisam de gente ágil em seus quadros”. Uma das características dessa competência é saber encarar as transformações de maneira positiva — sem pânico e com dedicação para esquecer os próprios preconceitos e se abrir ao novo. De acordo com Fernanda Pomim, responsável pela área de liderança da consultoria Korn/Ferry do Brasil, a habilidade é mais frequente em profissionais com elevado grau de autoconhecimento. “Essas pessoas conseguem avaliar melhor os sucessos e fracassos e aprender com os erros e acertos”, afirma."As empresas precisam de profissionais com agilidade para se adaptarem rapidamente às mudanças exigidas pelo mercado."
É possível desenvolver a característica ao longo da carreira. Para isso, o importante é ter vontade de encarar desafios e pedir feedback constantemente. O domínio dessa competência, segundo a Korn/Ferry, também é importante para cargos de liderança. “Liderar uma equipe ou ser responsável por um projeto numa área na qual não se tem tanta intimidade ajuda a ampliar o aprendizado”, diz Fernanda.

“Além disso, para aprender rápido é preciso ouvir com atenção as críticas de colegas e chefes.”
A habilidade de aprendizagem pode se manifestar em diferentes situações — há profissionais com mais facilidade para lidar com diversidade e outros que oferecem resultados maiores em momentos de estresse. Mas existem padrões de comportamento entre os que têm alta capacidade de aprender.

A descoberta é dos pesquisadores Michael M. Lombardo e Robert W. Eichinger, fundadores da consultoria de liderança americana Lominger, que hoje pertence à Korn/Ferry. A dupla analisou o comportamento de mais de 50 executivos e descobriu que se pode dividir os profissionais com agilidade de aprendizagem em quatro grandes grupos. São eles:

1 Facilidade para relacionamento
Pessoas assim desenvolvem os conhecimentos a partir do convívio com colegas e chefes. Para elas, quanto mais diferente for o interlocutor, melhor — dessa forma descobrem como pensar de maneira diversa da que estão acostumadas. Aprender, nesse caso, não é uma consequência, é um objetivo, por isso esses profissionais se cercam de pessoas com as quais possam trocar ideias. Conviver com alguém desse tipo é enriquecedor. “Um líder que encara bem as mudanças passa tranquilidade a seus subordinados. E, como gosta de trocar experiências, ajuda os funcionários a desenvolver a capacidade de lidar com a tensão”, ensina Fernanda.

2 Rapidez em obter resultados
Os profissionais que atingem bons resultados mesmo em situações de estresse se encaixam neste grupo. Práticos, lembram das experiências pelas quais já passaram e delas extraem o aprendizado que vai ajudá-los a responder às novas demandas. Eles usam a experiência como aprendizado e respondem aos novos desafios desenvolvendo novos conhecimentos. A exigência de agilidade aumenta conforme o nível hierárquico. “As decisões difíceis — como adquirir uma nova empresa para um grupo, por exemplo – estimulam mais essa capacidade, pois as incertezas crescem de acordo com a dimensão de uma decisão”, diz Fernanda. Para aumentar essa habilidade não é necessário estar na alta gerência. Gerson, da Talent, dá a dica: “Fazer as tarefas corriqueiras de maneira diferente estimula o pensamento criativo”.

3 Agilidade mental
Quem se sente confortável em meio à complexidade lida bem com ambiguidades, gosta de explicar seu raciocínio para os outros e tem agilidade mental. O aprendizado se dá por meio da convivência com a diversidade de cenários, pessoas e situações. Esse pessoal está sempre interessado em assuntos que fogem da sua área de atuação. “A pessoa se modifica com as experiências. Tudo o que vive, dentro ou fora do escritório, serve para ampliar o repertório de conhecimento”, afirma Fernanda. “Quando esse profi ssional não consegue se desenvolver no trabalho, busca vivências fora do escritório: num trabalho social ou num curso completamente diferente da sua formação, por exemplo.”

4 Aptidão para mudanças
Este grupo é formado por profissionais curiosos, que gostam de novidades. “Os expatriados normalmente têm essas características, já que para ser bem-sucedido numa vivência no exterior é preciso desenvolver competências e se adaptar ao cargo e aos costumes locais”, conta Fernanda. Essas pessoas lidam bem com desafios e saem de sua zona de conforto tranquilamente. Mas não é preciso ir a outro país para estimular essas características. Fernanda explica: “Relacionar- se com pessoas diferentes de você e se envolver em atividades pouco familiares estimulam o modo de pensar”.
A reportagem reflete exatamente o "drama" pelo qual os profissionais e estudantes vivem na atualiadade. Os concurseiros, por exemplo, estão constantemente buscando novos conhecimentos para conseguir um emprego público. Os profissionais liberais e os de vínculo empregatício, estão se reciclando para poder atender melhor seus clienntes e manterem seus empregos, respectivamentes. Mas o importante em toda essa mudança é aprender com qualidade, e não na quantidade.
Raíza Rigonato

Diário 24/Novembro

Após a apresentação dos dois comporte-se, o professor informou que durante a aula, seriam abordados aspectos do capítulo 10 e 14. Começou falando do comportamento organizacional que possui 3 níveis organizacionais.     
            Em um certo momento, disse que a mediocridade é passado para organização através de líderes medianos e que é importante gerar conflitos, para sair da mediocridade.
            Disse também que mais importante do que gerar o conflito, é gerir o conflito. Neste sentido, o papel do administrador é fomentar conflitos que não sejam de natureza pessoal.
            Disse ainda, que em uma empresa, a incapacidade no processo de comunicação é uma grande fonte de conflito disfuncional. Neste momento da aula, o professor disse uma palavra que não conhecia, subterfúgios, e por um momento fiquei perdida no contexto. Chegando em casa, muito curiosa, procurei no dicionário e descobri que subterfúgios são pretextos para evitar uma dificuldade, e aí consegui entender a mensagem que estava sendo dita no momento. O professor estava falando que o administrador deve ser capaz de identificar o conflito e auxiliar na resolução dele, visando sempre a melhoria do grupo.
            Nas organizações, a primeira causa de conflito está relacionada ao gênero. Depois seriam relacionada as questões culturais, orientações políticas e sexuais e assim por diante. Neste momento, relatou o caso de violência em São Paulo, onde jovens agrediram outros jovens por questões homofóbicas, e também um caso de Portugal, cujo rapaz foi assassinado por fazer xixi na rua.  A grande lição passada neste momento, foi de que é preciso respeitar as diversidades, não somente nas organizações, mas também na sociedade como um todo. Como outro caso de desrespeito ao próximo, foi relatado o absurdo do rodeio das gordas, onde jovens inconseqüentes montam em meninas obesas como se fossem animais. Neste momento fiquei pensando em como o homem, apesar de racional, ainda toma atitudes pré-históricas. Se antes, nossos antepassados precisavam guerrilhar com outros machos para impressionar uma fêmea, hoje precisam montar em meninas obesas. É o absurdo da intolerância e inconseqüência de jovens da sociedade.
            Prosseguindo na aula, o professor nos disse que administradores bem sucedidos do futuro, serão aqueles sensibilizados com as causas da diversidade humana.
            Abordando as questões sobre comunicação, disse que a primeira barreira estaria na diferença dos gêneros, onde homens e mulheres possuem características estereotipadas.
            Foi ensinado que deve-se cuidar com palavras que expressam estereotipo, intimidam e ofendem as pessoas. Nos slides mostrou que aleijado, cego e velho devem ser evitados e substituídos por deficiente físico, deficiente visual e idoso. As palavras devem ser analisadas e substituídas sem comprometer a precisão da comunicação. Ainda mostrou alguns gestos que podem ter diferentes significados em diferentes culturas.
            Falando sobre o capítulo 14, o professor usou a definição de Robbins que diz que conflito que é o processo que tem inicio quando uma pessoa percebe que afeta a outra, ou pode afetar, negativamente alguma coisa que a primeira considera importante.
            Disse que o conflito possui 3 visões: a tradicional que era visto como uma disfunção resultante de falhas da comunicação, falhas de abertura e confiança nas pessoas e fracasso dos executivos em atender as necessidades dos funcionários. A visão de relações humanas diz que o conflito é natural nas organizações e inevitável. Já na visão interacionista o conflito é aceitável e encoraja no sentido de que um grupo harmonioso, pacifico, tranqüilo e cooperativo, esta na iminência de se tornar estático, apático e insensível à necessidade de mudanças e inovação.
            Ainda sobre conflitos, disse que são de três tipos: o de tarefa, de processos e de relacionamento. Disse que o conflito de relacionamento é disfuncional, e ainda citou a metáfora do museu dizendo ser importante conhecer a vida dos funcionários, porém sem dizer, divulgar ou julgar sobre ela.
 Muriely Martins Algauer