O artigo da revista Exame, “ O atendimento faz a diferença”, escrito por Katia Cardoso, relata sobre o Programa Aids Care da empresa Volkswagen. O programa foi criado a dez anos pela subsidiária brasileira da Volkswagen. A visão do programa é de tratar de seus funcionários portadores da doença, e ao mesmo tempo cortar a rotatividade dentro da empresa e os altos custos das internações repetidas e prolongadas. O programa também reconheceu como seus funcionários sofriam preconceito e tinham medo de perder seus empregos por causa da doença.
Além do acompanhamento total aos funcionários e dependentes , medicamentos, tratamento ambulatorial e consultas com infectologistas, pesicólogos e nutricionistas são incluidos. Após a implatação do programa, 90% das internações foram reduzidas. O programa não somente trata seus funcionários como investe na prevenção e os informa sobre os riscos da doença.. Os dados mostram que de 2000 para 2001, os investimentos no orçamento do plano médico Aids Care caiu de 2% para 0.5%. 95% dos funcionários na empresa estão satisfeitos com o programa. E afirmam que o preconceito contra portadores vem diminuindo.
O artigo relata com o que discutimos em algumas aulas sobre a dificuldade do deficiente no mercado de trabalho. A Aids pode ser vista como uma deficiência e também como uma grande dificuldade para portadores serem aceitos não somente na sociedade , mas como também em empresas. A Volkwagen se diferenciou de muitas empresas quando percebeu que provavelmente bons funcionários estavam pensando em sair da empresa por causa da doença física. A empresa também percebeu como os gastos eram grandes com esses funcionários, e decidiu criar seu próprio programa para não somente trata-los como os fazerem sentir bem dentro da empresa, o foco era tentar diminir o preconceito contra esses. Ações como tal deviam ser estabelecidas em todas as empresas, para todo tipo de deficiência.
Mariane Souza
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